Faça seu login

Um pedacinho da praia no jardim.

Postado em 14 de fevereiro de 2018 | 0 comentários

Por Kesher Agência de Conteúdo

Conheça mais sobre a técnica de construção das maravilhosas piscinas naturais.

É como se uma parte da praia tivesse sido transferida para a área de lazer ou como se o empreendimento tivesse sido construído em um maravilho paraíso natural! A areia branca, a água cristalina e um belo paisagismo, transformam o ambiente onde ela está instalada em um cenário perfeito.

As possibilidades de design são inúmeras e pode-se personalizar cada detalhe, de acordo com o estilo do local. Mais comuns na Europa e Estados Unidos, essas maravilhas estão chegando com força ao Brasil e já são uma tendência. Afinal, a praia está no DNA da nossa arquitetura.

Contratar empresas especializadas para desenvolver e implantar o projeto, é o melhor caminho. Elas fazem a avaliação das possibilidades, de acordo com os objetivos do cliente, desde a análise do terreno, até a melhor forma para tratamento da água e a manutenção do espaço. Segundo a diretora de marketing Ester Garriga, “a Piscinas de Areia – empresa em que atua – dispõe de uma equipe técnica especializada em desenhar e construir a piscina ideal para o espaço disponível. Cada uma delas é única e exclusiva e os projetos são realizados totalmente pela nossa equipe. Mas, se o cliente desejar, os mesmos podem ser desenvolvidos por um arquiteto de confiança”.

O ideal é construir a piscina em declive suave, simulando o ambiente natural de uma praia ou lagoa. Isso vai depender da profundidade desejada para a piscina. No geral, ela requer um espaço maior, quando comparado ao mínimo necessário para uma piscina tradicional. A construção é feita com base de concreto impermeável, recoberto
de areia compactada, e compostos fixadores, que resistem às condições meteorológicas, além de anti-deslizante, que evitará escorregões. “Construímos piscinas de concreto armado em todo o Brasil, que depois de ser impermeabilizada, recebe aplicação do nosso revestimento exclusivo e patenteado”, relata Ester. A empresa é uma das pioneiras do segmento no Brasil e desenvolve projetos também no exterior.

Edicao 136_em baixa_última-51

Já a Genesis Ecossistemas, nome bastante sugestivo para a empresa, reproduz com perfeição um ecossistema natural, trabalha além das piscinas de areia com lagos naturais. “Para a implantação de uma piscina natural é necessário uma escavação mínima de 1,50m de profundidade. Após a escavação, é feita uma cobertura com geotêxtil (geotêxteis são materiais têxteis, utilizados em contato com o solo, ou com outros materiais em aplicações de engenharia civil e geotécnica. Podem ser do tipo tecido ou não-tecido, embora também existam geotêxteis tricotados e reforçados), para recebimento do liner (EPDM). Este material tem 1,14 mm de espessura e 20 anos de garantia, podendo ser usado em diversas situações (colunas, tubulações, ângulos variados), sobre a terra ou alvenaria, permitindo facilmente ser reparado se, por ventura, houver algum tipo de dano. No momento, utilizamos o que há de melhor no mercado,” explica Ricardo Caparossi, proprietário da Genesis.

Após assegurar que o chão e as paredes estão completamente compactados, deve-se recobri-los com uma manta metálica, como forma de garantir a estabilidade. Então, deve ser feita a instalação dos encanamentos e do sistema de filtragem de água. Se tiver intenção, poderá ser implantado um conjunto de ondas artificiais. Também deve-se usar um material impermeável, para evitar que a água escape. Existem vários tipos de impermeabilizantes para piscinas no mercado.

Após esse processo estrutural, é hora do revestimento com a areia compactada. É ela que vai dar o visual de praia à piscina. É suave ao toque quando pisamos, não queima os pés. “Esse revestimento é uma mistura de areia com resinas que, uma vez aplicada, fica totalmente dura. Por isso, ele nunca vai se misturar com a água. Representaria uma degradação no revestimento, o que não acontece. Por esse mesmo motivo, ele se mantém intacto com a chuva. Deve ser resistente à agua, sol, cloro e outros produtos químicos. Não apenas isso, ele também não pode esquentar de tal forma que queime os pés e deve ter um coeficiente de atrito suficiente para não ter risco de escorregar e para que não seja desconfortável, causando lesões na pele. Nosso revestimento é muito agradável ao toque e é ideal para idosos, crianças e pessoas com dificuldades motoras”, afirma a diretora de marketing.

Edicao 136_em baixa_última-6

Se há dúvidas sobre a manutenção dessa areia, os especialistas explicam que ela não precisa ser trocada. “Da mesma forma que as piscinas de alvenaria precisam refazer os rejuntes periodicamente, nas nossas piscinas, é necessário fazer uma manutenção periódica entre 3 e 5 anos para manter ela impecável. A primeira piscina de areia já tem mais de 10 anos! Aplicamos o mesmo revestimento de areia compactada, dentro e fora da água (no fundo, e nas prainhas). E a água fica com esse azul tão lindo como no Caribe”, descreve. “Não é necessário realizar a troca da areia do lago e não há nenhum risco de turbidez do lago, mesmo em uso de pessoas. Até em caso de chuvas fortes, a piscina se mantem cristalina”, completa Ricardo, da Genesis.

O restante é por conta do visual mágico do projeto. Essas piscinas podem receber cascatas, pedras, rochas especiais, borda infinita, aquecimento e até hidromassagem. Com cuidados especiais, pode-se criar peixes e ao mesmo tempo ser própria para banho, tornando o ambiente ainda mais natural e exótico. “Os peixes indicados  são as carpas Nishikigois. As mesmas além de serem mais ornamentais, são mansas e tem o hábito de revirar o fundo do lago, fazendo com que as partículas de sujeira entrem em suspensão podendo ser captadas pelo sistema de filtragem. Nada impede a utilização de outras espécies de peixes tropicais. O nosso papel é criar um ambiente propício para cada espécie, respeitando os seus habitats. Utilizamos também inúmeras espécies de plantas aquáticas: marginales, palustres ou flutuantes. Isso depende da espécie de animais que farão parte do ecossistema. Neste caso, o tratamento da água não poderá receber qualquer produto químico. É muito importante lembrar que as piscinas naturais são próprias para banho. A vantagem das mesmas, é que no inverno elas ornamentam o ambiente, onde as piscinas convencionais geralmente são menos utilizadas.”, declara Caparossi.

Fonte: Revista Anapp – Edição 136

Author: admin

Compartilhar

Enviar um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *