Faça seu login

Blog

Atividade complementar

Postado em 18 de julho de 2018 | 0 comentários

Atividade complementar

Natação ajuda a melhorar desempenho do atleta em outras práticas esportivas A natação é uma das atividades físicas mais completas que existem. Quando praticada regularmente, desenvolve e combina harmonia, flexibilidade, equilíbrio, coordenação, ritmo, potência, força, velocidade e resistência. Por isso, atletas que se dedicam a outras modalidades têm procurado cada vez mais a natação como esporte complementar. Treinadores recomendam atividades complementares para aumentar o rendimento do atleta em seu esporte habitual. A natação contribui para melhorar o condicionamento físico e o sistema cardiorrespiratório. Dentro da piscina, crescem as opções para quem busca um resultado específico. É possível, além da natação, praticar hidroginástica (modalidade de ginástica praticada dentro d’água), hidrorunning (espécie de corrida submersa), hidrobike (exercício realizado com bicicletas especiais, com materiais antiferrugem), hidrofight (com movimentos de luta, mas não com o propósito de ensinar a lutar) e polo aquático (esporte que utiliza os princípios do handebol com regras diferenciadas para a prática dentro da piscina). Geralmente, os atletas que praticam corrida e/ou ciclismo usam a natação para ganhar mais ritmo, melhorar o condicionamento físico e relaxamento do corpo. Especialistas dizem, contudo, que o atleta que deseja praticar natação como complemento de outra modalidade precisa ficar atento para não se fatigar demais. Como o foco é o esporte principal e o corpo não está acostumado com outras categorias, o esportista deve começar aos poucos, com ajuda de treinador, aumentando a atividade gradativamente. Inicialmente, são indicados os nados crawl e costas. À medida que o rendimento aumenta, é possível passar para o nado de peito e borboleta. É importante sempre a supervisão de um treinador, para que você não pegue pesado demais e acabe cansado ou lesionado. Após um treinamento de corrida, a natação pode servir para relaxamento da musculatura, desde que o treino seja mais leve, sem ‘tiros’ ou ‘braçadas’ fortes. Além disso, é interessante a prática do triatlo, modalidade que reúne ciclismo, corrida e natação em determinados percursos. Embora, na competição, o triatleta tenha que praticar os três esportes no mesmo dia, treinadores não aconselham fazer isso no dia a dia, pois o desgaste seria muito maior e o atleta não estaria bem preparado para competições. Mesmo que não seja com a finalidade de competir, tome cuidado para não exagerar na dose. Fonte: Revista ANAPP Edição...

leia mais

Bar na Piscina

Postado em | 0 comentários

Bar na Piscina

Quando visito clientes para ajudá-los na elaboração de um projeto, muitos me perguntam o que acho da instalação de um bar na piscina. Normalmente, respondo com outra pergunta: “Vocês têm vocação para garçom ou garçonete?” Via de regra, a resposta nunca é imediata e é antecedida por um longo silêncio. Mas a pergunta tem mesmo o objetivo de fazê-los se perguntar: “Por que quero ter um bar na minha piscina?” Diferentemente de um hotel, clube ou pousada, entre outros estabelecimentos em que o bar, além da comodidade, é uma das fontes de receita, nas piscinas residenciais os objetivos são outros. Alguns aspectos devem ser levados em consideração na elaboração do projeto. O objetivo para construir o bar na piscina deve ser claro. Caso contrário, será uma instalação com pouco ou nenhum uso, um local para acumular coisas e mais um lugar para limpar. Deve-se levar em consideração a que distância a piscina ficará das áreas de apoio da casa. Se a piscina ficar muito próxima à área gourmet que já conta, por exemplo, com uma churrasqueira, pia, geladeira e freezer, o projeto do bar poderá ser mais simples. O bar poderá ter apenas um pequeno balcão e uma cobertura com ombrelone (ou outra cobertura leve) e os bancos poderão ser instalados na parte interna da piscina sem a necessidade de fazer um bar escavado, conforme o exemplo a seguir. No caso de piscinas que ficam um pouco mais distantes das áreas de apoio, o ideal é fazer um bar maior com capacidade para ter uma pia e um pequeno freezer, um local para armazenar talheres, copos e outros utensílios, e um lugar para alimentos (petiscos), como nos exemplo a seguir. Outro aspecto muito importante na elaboração do projeto, mas que nem sempre é levado em conta, é a saída de esgoto da pia e da drenagem da água do piso do bar. A maioria dos projetos não considera o nível do fundo do bar, que normalmente tem um metro de profundidade e muitas vezes sem altura suficiente para que o esgoto seja levado até a rua ou até um ponto de esgoto da casa. Outra questão são os projetos executados no litoral. Muitos não levam em conta o nível do lençol freático: além de não ter por onde escoar a água do bar, terá o retorno da água do lençol para dentro do bar. Para a cobertura, pode ser utilizada uma estrutura de madeira com telhas, sapé ou lajes pré-fabricadas.O balcão do bar preferencialmente deve ser em material com pouca ou nenhuma absorção, como as pedras do tipo granito.Os bancos podem ser executados em base de concreto e tampo de pedra (nesse caso, sugere-se o mesmo material do balcão) ou podem ser de inox, como nas fotos destas páginas. Estas são algumas dicas de como projetar e os cuidados básicos para a elaboração e execução do bar em piscinas. Claro que, além de criar um ambiente familiar e aconchegante, o bar bem projetado pode valorizar tanto a área da piscina como de todo o imóvel. Boa diversão a todos! Fonte: Revista ANAPP Edição...

leia mais

Um projeto para abraçar a piscina

Postado em | 0 comentários

Um projeto para abraçar a piscina

Parceria entre paisagista e arquiteta cria espaço de bem-estar em Barueri (SP) Paisagismo não é somente a elaboração de jardins e praças. Dentro dele, existe uma técnica apurada, voltada à criação de áreas que possam substituir espaços destruídos pela grande onda de construções civis. Portanto, o paisagista tem a missão de recompor as extensões geográficas afetadas, utilizando os elementos da botânica, ecologia, mudanças climáticas de cada região e estilos arquitetônicos. O objetivo do paisagismo é harmonizar a interação do ser humano com o meio ambiente, possibilitando, assim, melhor convivência com a natureza. No mundo contemporâneo, o contato com a natureza é cada vez mais comum com a construção de jardins no interior das casas e em espaços comerciais. O paisagista Marcelo Bellotto disponibilizou o projeto realizado em parceria com a arquiteta Carla Barranco, em Barueri, onde o paisagismo ‘abraçou’ a piscina, transformando-a na parte central da casa. Confira os detalhes descritos por Carla sobre o trabalho desenvolvido: “O ponto de partida para a criação do jardim foi a implantação correta do projeto da piscina, também desenvolvido no escritório do paisagista. Esse fato promoveu uma sensação da casa abraçar a piscina e esta se tornar o ponto central do jardim. O piso em madeira cumaru sobre a piscina tanto divide a área adulta da infantil quanto promove a circulação do espaço gourmet para a área íntima (quartos). Outro ponto importante a se destacar foi a criação do muro em pedra moledo ao fundo. Utilizamos esse mesmo revestimento que está presente em parte da fachada para criar integração com a arquitetura e conceituar ainda mais o projeto. Nele, foi aberta uma fenda onde foram estrategicamente posicionados três vasos da linha Vasos da Terra, criando assim um ponto focal importante no jardim. Também no muro foi construída uma floreira embutida onde foram plantadas primaveras, prevendo assim uma privacidade de futuros vizinhos. A área do jardim é de aproximadamente 200 m2, mas a sensação de amplitude visual é maior, devido ao jardim ser de estilo tropical clean e a vegetação ser distribuída de forma pontual. As palmeiras (Phoenix canariensis), além de sua imponência e beleza, trazem escala à arquitetura. Suas copas trazem sombra aos quartos. Frutíferas como a jabuticabeira também compõem o jardim, juntamente com espécies como o guaimbê (dentro dos vasos), moreia, costela-de-adão, viburnum e aspargos. O quarto possui um deque privativo (também em cumaru), onde o casal pode ter momentos de relaxamento na espreguiçadeira, ouvindo o som do barulho da água que vem rente no muro ao fundo. De forma geral, esse jardim é um convite ao bem-estar, um local de onde, depois de entrar, fica difícil querer sair”. Fonte: Revista ANAPP Edição...

leia mais

Terapia no banho

Postado em 12 de julho de 2018 | 0 comentários

Terapia no banho

Relaxe o corpo e combata o estresse nas banheiras de ofurô O ofurô é um tipo de banho quente (com a temperatura da água entre 36°C e 40°C), realizado em uma banheira de madeira, também chamada de ofurô, muito comum no Japão. Menor e mais funda, a banheira de ofurô é mais adequada para banhos terapêuticos. Diferente das tradicionais banheiras ocidentais, a oriental é construída dessa maneira para que o usuário fique sentado, com toda sua coluna submersa, o que propicia um relaxamento maior na água aquecida. Essa posição faz a pessoa recuperar a energia e experimentar a paz que teve no ventre materno. Mais de uma pessoa pode utilizar o ofurô ao mesmo tempo. Os orientais acreditam que ele serve, também, como objeto de socialização. Por isso, é necessário fazer a higiene física antes de entrar na banheira, que irá servir para a higiene mental, além do relaxamento muscular. Esse tipo de banho é recomendado para o combate ao estresse, alívio de dores e estímulo da circulação sanguínea. Os bebês também podem aproveitar toda essa energia positiva a partir de banheiras especiais, em tamanho diferenciado, e experimentar a sensação de aconchego e segurança. Além de tranquilizá-los, o banho de ofurô melhora o sono dos bebês e diminui as cólicas. Prepare seu banho terapêutico Assim que a banheira estiver repleta de água, com a temperatura entre 36°C e 40°C, coloque uma colher de sopa de óleo vegetal de amêndoas doces e quatro gotas de óleo essencial de lavanda. Essa mistura pode ser feita tanto para adultos quanto para bebês. Certifique-se de que o óleo de lavanda está bem diluído com um óleo vegetal de boa qualidade. De acordo com especialistas, esse banho pode ser tomado todos os dias, preferencialmente antes de dormir, para que seja obtido um resultado melhor e uma proveitosa noite de sono. A explicação é que o óleo essencial é calmante e sedativo, tratando a irritação e a insônia, e ajudando também na renovação celular, relaxamento muscular e proteção contra infecções. Já o óleo vegetal tende a melhorar a elasticidade da pele e a circulação sanguínea, podendo prevenir irritações, inflamações e assaduras, uma vez que possui vitaminas e minerais próprios para isso. “Mas eu não tenho um ofurô ou banheira. Não posso tomar esse banho terapêutico?” Ora, mas é claro que pode. Basta seguir as recomendações acima misturando os óleos vegetal e essencial em uma jarra e, ao final do banho, despejar essa mistura sobre o corpo, tomando cuidado para não molhar do pescoço para cima. Outros banhos Existem outros tipos de banhos terapêuticos que podem ser feitos com outras finalidades. Um deles é o indicado para cicatrizações e pós-parto; outro é o banho revigorante. O banho para cicatrizações e pós-parto é preparado com: duas colheres (sopa) de flores de calêndula; duas colheres (sopa) de flores de camomila; uma colher (sopa) de flores de milfolhas; cinco gotas de óleo essencial de lavanda; uma colher (sopa) de óleo vegetal de calêndula. Junte tudo em um bule de chá e derrame uma xícara de água fervente, tampando e deixando descansar por 10 minutos. Na banheira, coloque água na temperatura ideal – de 36°C a 40°C – até a altura onde se pretende a cicatrização e despeje a mistura. Tome o banho por, no máximo, 10 minutos. Quem não...

leia mais

Empresas responsáveis

Postado em | 0 comentários

Empresas responsáveis

Práticas sustentáveis devem fazer parte do dia a dia e não somente da campanha de marketing Sustentabilidade é um conceito que visa conciliar crescimento econômico, evolução tecnológica, preservação ambiental e desenvolvimento social, sem comprometer o futuro e os recursos naturais disponíveis para as próximas gerações. Assim, ser sustentável é ser responsável. Empresas ao redor do mundo adotam estratégias e técnicas visando à sustentabilidade e, portanto, à perenidade/sobrevivência de seu negócio e do planeta onde vivemos. A gestão responsável de recursos financeiros, humanos e ambientais faz parte das práticas sustentáveis, mas muitas empresas ainda não descobriram como dar sua contribuição. Com certeza, a coleta seletiva e o descarte adequado de resíduos fazem parte dessas iniciativas, assim como a adoção de tecnologias que evitem/reduzam a emissão de poluentes na atmosfera, o uso racional da água e da energia, o combate a todo desperdício de materiais e até a manutenção de relacionamento ético e responsável diante de empregados, clientes, fornecedores, acionistas e sociedade. O primeiro passo para a gestão sustentável de uma empresa é o planejamento. É bom que seja feito um estudo dos processos produtivos da empresa e de seus fornecedores. É preciso, também, o treinamento para os novos hábitos, para que não tenha continuidade o gasto inconsequente de recursos. A empresa deve se repaginar: é preciso empenho da diretoria e do quadro de funcionários para que tudo caminhe corretamente. Do contrário, serão apenas mais despesas e os problemas não serão resolvidos. E por que aplicar esse novo conceito é tão importante? O mercado mundial hoje está cada vez mais sensível à urgência da sustentabilidade: aquele que não se adequar pode acabar sendo ‘passado para trás’ pela concorrência. Mas a empresa não deve se repaginar pensando apenas no marketing, pois essa atitude sugere que ela está apenas se aproveitando do momento e tentando levar vantagem às custas de um tema tão sério. O público percebe esse tipo de manobra. Portanto, é preciso que a indústria realmente acredite, pense e aja sustentavelmente, investindo em ações efetivas e sustentáveis para ganhar credibilidade e expandir seus negócios. O portal Atitudes Sustentáveis mostra vários cases de empresas que investem em sustentabilidade. E deixa claro que, para começar a aplicar o ‘pensamento verde’, o empresário precisa garantir a transparência no processo, assessorado por empresas idôneas e reconhecidas no mercado. As políticas ambientais sérias e ações diretas junto aos empregados devem ser discutidas e aplicadas de forma contínua para que os colaboradores se transformem em ‘multiplicadores’ da sustentabilidade em suas próprias casas e comunidades. A partir do momento em que a empresa entende que os custos gerados com essa mudança são futuros lucros, é hora de investir. A redução de custos operacionais futuros são um bom exemplo de investimentos feitos a partir do conceito de sustentabilidade. Além disso, as vendas vão crescer e os efeitos logo serão percebidos: menores gastos com manutenção e operação das rotinas diárias da empresa acabam gerando maior lucratividade. A grande questão é que a mudança se faz necessária. A operação de linhas de produtos que agridam o meio ambiente, ou usem mão de obra infantil ou escrava, não será aceita por parte do público e, cada vez menos, por qualquer empresa.  Fonte: Revista ANAPP Edição...

leia mais

Protagonismo nas festas

Postado em | 0 comentários

Protagonismo nas festas

Jardins, velas, jogos de luzes… Elementos utilizados na decoração da piscina transformam totalmente o ambiente, com toques de requinte e sofisticação Por Tatiana Vieira Quem assistiu ao filme O Grande Gatsby (2013), estrelado por Leonardo DiCaprio, certamente se lembra da festa que o milionário Jay Gatsby oferece em sua mansão. Protagonista da cena, a luxuosa piscina localizada no centro do salão traz iluminação especial para deixá-la ainda mais cativante aos olhos dos convidados. O que, para muitos, poderia ser um entrave na decoração de uma festa requintada, transforma-se em solução com muito estilo. Quem entende bem do assunto confirma: “A piscina é um gerador de valor para o design de eventos”. Essa é a opinião da designer de ambientes Amanda Madeira, da empresa SE Souvenir Design de Eventos, localizada em Belo Horizonte (MG). Para a especialista, o uso da piscina na decoração de uma festa ou evento sempre vai agregar, basta fazer as escolhas certas para torná-la um “plus” no projeto decorativo, mas sempre respeitando os aspectos de segurança. De acordo com Amanda, a forma de utilizar a piscina como parte da decoração de festas pode variar conforme o horário do evento. Em festas durante o dia, ela recomenda a confecção de jardins ao redor da piscina. “Pode-se “A piscina é um gerador de valor para o design de eventos”  Amanda Madeira, designer de ambientes da empresa SE Souvenir Design de Eventos usar muito buchinho, que é uma espécie de paisagismo verde, flor-do-campo ou cestos. A festa diurna tem uma proposta mais campestre e esse estilo de jardim fica mais adequado”, explica. Para celebrações que acontecem à noite, a recomendação é explorar bastante os jogos de luzes. “A iluminação cênica é essencial, o que realmente valoriza a piscina. Adoro trabalhar com velas – existe a opção da vela caixa e de lanternas com velas, por exemplo. Pode-se também trabalhar com as velas atreladas ao uso de jardins.” Investimento A procura por produtos decorativos para piscinas tem crescido bastante, segundo Amanda, e ela atribui isso ao aumento do interesse pela realização de festas em sítios e residências. “No mercado de eventos, a demanda não diminuiu, mas o orçamento sim. As pessoas estão optando cada vez mais por fazer cerimônias em suas propriedades. Geralmente são locais que possuem piscina e por isso demandam um trabalho decorativo.” Para quem pensa em fazer uma festa em um local desses e teme os gastos com a decoração, Amanda tranquiliza: é possível fazer uma bela ornamentação da piscina sem investir muito. “O jardim tem um custo bem acessível, assim como as velas e lanternas, e muitos desses recursos estão disponíveis para a locação.” Ela apenas faz uma ressalva quanto às passarelas sobre piscinas ou materiais que as cubram totalmente, utilizando-as como área útil: nesses casos, o investimento é maior. A decoração Antes de ornamentar a piscina, é essencial, segundo a decoradora, definir o conceito da festa. “O conceito clássico requer uma estética mais sofisticada. Para o boho chic [estilo que traz influências ciganas como estampas miúdas e tecidos fluidos], a tendência atual sugere trabalhar com lanternas ou algo mais rústico.” Quanto à iluminação, de acordo com a especialista, costuma-se usar a luz cênica, focada de cima para baixo. As lâmpadas HQI, que abrangem áreas maiores, são geralmente as mais usadas. Se a piscina tiver iluminação...

leia mais

A pequena Sarapuí: Cidade das piscinas

Postado em 4 de julho de 2018 | 0 comentários

A pequena Sarapuí: Cidade das piscinas

Cidade do interior paulista, a 150 km da Capital, tem 10 mil habitantes e pelo menos 1 mil piscinas A pequena cidade de Sarapuí, na região sul paulista, tem sua história muito ligada ao simbolismo das águas. A começar pelo nome — o mesmo recebido pelo rio que a atravessa, e que também designa um peixe de água doce que os tupis chamavam Çarã-pó ou Sarapó. Dona de poços artesianos que a abastecem com águas cristalinas, de um clima quente e propício para o veraneio, ela começa a ser conhecida por uma curiosidade: com população fixa de 10 mil habitantes, soma hoje perto de mil piscinas — proporção de uma para cada 10 habitantes — o que a torna, oficiosamente, o município com mais piscinas “per capita” do estado de São Paulo. Quem levantou as informações e chegou a essa conclusão, a despeito de não existir um ranking ou números oficiais sobre o tema, foram os historiadores Estácio Roberto Kilciauskas e José Luiz Nogueira, este último autor do livro “Genealogia de uma cidade–Sarapuí”. Com apresentação de Kilciauskas, a publicação descreve as belezas naturais da cidade, sua tranquilidade e histórias da região e de seu povo. “São muitas as chácaras instaladas aqui, e muitas vezes de pessoas de municípios maiores, formando uma população flutuante que vem para cá buscando lazer e descanso”, conta Kilciauskas, destacando que dados apurados junto às pessoas e às empresas do ramo, que atuam há anos na cidade, mostram o elevado número de piscinas construídas ao longo do tempo. Fatores que estimulam a construção Entre os fatores que estimulam a instalação de piscinas no município, a maioria em chácaras e residências, ele menciona o preço do metro quadrado de terreno, relativamente baixo em comparação ao de cidades vizinhas, como Itapetininga e Sorocaba, e o valor também menor de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), que têm favorecido o loteamento de chácaras. Contribuem ainda o clima agradável (temperatura média de 28°C, chegando a 30/32° no verão) e principalmente a água distribuída pela Sabesp, que provém de poços artesianos e é de excelente qualidade. Para dar conta da alta demanda por construção e manutenção de piscinas, a cidade de tão poucos habitantes, localizada a 30 quilômetros de Itapetininga, 50 quilômetros de Sorocaba e a 150 quilômetros da capital paulista, abriga hoje três lojas do ramo, sendo duas delas também construtoras, além de varejistas. Maioria das piscinas está nas residências, em chácaras, sítios e fazendas Ivaney Dias, o Ney, vice-prefeito de Sarapuí e sócio-proprietário de uma dessas empresas, a Tudo Azul Piscinas, estima que de 90% a 95% das mil piscinas instaladas no munícipio estão em residências, principalmente em chácaras, sítios e fazendas, e o restante em estabelecimentos como hotéis, chácaras de aluguel e pousadas, bastante procurados em feriados como Carnaval e Reveillon. Já a única piscina pública, no Centro de Integração Comunitária (CIC), está fechada desde o início dos anos 2.000, mas, segundo Dias, deverá ser reativada em breve pela Prefeitura. Fonte: Revista ANAPP Edição...

leia mais

Móveis para área de lazer

Postado em | 0 comentários

Móveis para área de lazer

Fabricantes investem em linhas que resistem à exposição ao sol e chuva, harmonizam o ambiente e proporcionam conforto Por Rúbia Evangelinellis Beleza, resistência e conforto. Em síntese, pode-se dizer que são os três principais atributos para a produção e escolha de ombrelones (guarda-sóis mais sofisticados), mesas, cadeiras, bancos, espreguiçadeiras e outros móveis e acessórios indicados para a área da piscina. Por ficarem expostos e sujeitos às variações climáticas, como sol e chuvas repentinas, são de alumínio, ferro emadeira. Ainda que não sejam protagonistas para quem sonha em ter uma piscina, certamente agregam valor ao ambiente por serem peças decorativas e úteis para quem busca relaxamento e espaço de lazer com a família e amigos. Pelo olhar dos fabricantes, são elementos importantes que estimulam a venda de outros itens, chamam a atenção e dão charme no espaço de exposição de piscinas em lojas. Mercado potencial Luís Maurício Haas, diretor-presidente da Haas, que produz piscinas, mesas, cadeiras, espreguiçadeiras, escorrega e outros produtos de fibra de vidro, aposta no potencial de crescimento do segmento. “Eu diria que já evoluiu bastante, mas pode ser melhor explorado. Acredito que o mercado ainda tem uma carência por móveis na área de lazer. Eles harmonizam o ambiente e despertam o interesse dos consumidores que procuram piscina e acabam pedindo também itens agregados, como espreguiçadeiras e escorrega. ” A empresa possui três fábricas e desde o início das atividades investe na produção de mobiliário, embora o carro-chefe do faturamento seja a piscina, em razão do maior valor do bem. A primeira unidade industrial foi a de Macaíba (RN) e tem 60 mil metros quadrados de área total. Com a expansão dos negócios, surgiu, em 2005, o showroom em Manaus (AM), onde atende inclusive o consumidor final. Em 2013, foi inaugurada a fábrica da Zona Franca de Manaus, a maior do grupo e que ocupa uma área de 300 mil metros quadrados. Foi projetada para atender o mercado local e a exportação. Em 2015, entrou em operação a unidade industrial de São Paulo, na cidade de Uchoa, de 46 mil metros quadrados, com o objetivo de atender as regiões Sudeste e Sul. A empresa prepara lançamentos de produtos para a área de lazer e de integração de ambientes, como de piscina com churrasqueira, ainda para esse ano. A inovação, adianta o empresário, se dará na apresentação de modelos originais e na tecnologia de produção, como forma de obter ganho de escala. “No Brasil, é necessário inventar tudo: o produto, a maneira de construir e pensar no custo diferenciado. É preciso oferecer qualidade e preço (competitivo). Estamos estudando algumas opções nesse sentido para ampliar a linha”, diz. Experiência gaúcha Já a empresa Viva Vida Produtos de Lazer, do Rio Grande do Sul, fabrica ombrelones, guarda-sóis e, móveis de madeira, bancos, mesas e espreguiçadeiras. Entre os produtos mais vendidos estão os ombrelones (que têm armação reforçada em madeira e podem chegar a quatro metros de diâmetro) e guarda-sóis (de armação de metal e/ou alumínio, com opção de haste lateral, que chegam a 2 metros). Ambos são oferecidos em formatos e tamanhos diferenciados e contam com diferentes preços. Jeferson Kellermann, diretor-administrativo, explica que a empresa desenvolve desde a linha premium até a de combate (de preços mais competitivos). As vendas de ombrelones e guarda-sóis, com as respectivas bases de apoio, representam...

leia mais

Piscina sem riscos

Postado em | 0 comentários

Piscina sem riscos

Terceira idade cresce no País e equipamentos seguros são importantes para garantir acessibilidade e ajudar a evitar acidentes Por Sergio Kapustan Com o objetivo de prevenir e tratar doenças, médicos e fisioterapeutas recomendam aos idosos frequentar piscinas para atividades físicas e esportivas. Rampas, escadas, corrimãos, degraus submersos e elevadores são alguns dos equipamentos exigidos para garantir a acessibilidade e segurança. Estudo divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra uma “virada” no perfil da população brasileira em 2030, quando o porcentual de pessoas com 60 anos de idade ou mais vai ultrapassar o de crianças de 0 a 14 anos. Segundo estimativa do instituto, os idosos chegarão a 41,5% (18% da população) e as crianças a 39,2% (17,6%). Instituição que recebe esse tipo de público, o Sesc de São Paulo possui 30 unidades com parques aquáticos, com 86 piscinas. Só em 2017 cerca de três milhões de pessoas frequentaram as instalações espalhadas no Estado. O Sesc SP informa que as piscinas são prioritariamente recreativas e oferecem cursos de hidroginástica (maior procura de terceira idade) e práticas aquáticas, além de aulas abertas, jogos e eventos públicos. Para atender o público idoso, segundo o Sesc, as instalações possuem piso antiderrapante, corrimão, sinalização e iluminação, entre outros equipamentos. A acessibilidade e o uso dos vestiários, solários e áreas circundantes contam com mobiliário em conformidade com as necessidades ergonômicas. O tanque da piscina, por exemplo, pode ser acessado pelo elevador e rampas de transferência. Integração de serviços De olho no potencial do mercado nos próximos anos, o setor de piscinas se dedica a estudar as normas de segurança, elaboradas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), acompanhar a legislação em vigor no País e fazer investimentos em tecnologia. Há quase 50 anos no mercado, a Epex, com sede em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, se destaca por projetar mais de 200 mil sistemas de filtração para piscinas residenciais e coletivas A indústria é especializada em projetos hidráulicos, equipamentos (filtros e bombas) e acessórios (bocal, peneira, ralo e grades, entre outros). Um dos produtos mais conhecidos é o ralo de fundo antiturbilhão ou anti-aprisionamento, que quebra os vórtex (redemoinhos que se formam na sucção), evitando que pessoas e objetos fiquem presos. Também conhecidos como drenos de fundo, os ralos têm a função de fazer com que a água proveniente da piscina chegue até a filtração. Eles são uma fonte de risco à segurança se forem mal dimensionados ou apresentarem defeitos. A Epex lembra que cada piscina deve ter dois ralos, pois caso um seja obstruído, o sistema continuará fluindo através do outro. O gerente de controle da empresa, José Silva, acrescenta que a Epex comercializa também um botão manual, com a sugestão de ser instalado próximo da piscina e do salva-vidas, em lugar visível e com palavras de aviso–“Emergência Piscina”–que desligará o sistema de filtração quando houver um problema, como um pedido de socorro. José Silva explica que o “botão de socorro”, quando acionado interrompe a alimentação de energia elétrica para a casa de máquinas da piscina. “A indústria precisará trabalhar em rede, trocando informações e experiências, porque o perfil da população brasileira está mudando de forma rápida. No caso específico da terceira idade, será fundamental oferecer produtos de acordo com as normas vigentes no País”, reforça o gerente...

leia mais

Sauna com piscina

Postado em 27 de junho de 2018 | 0 comentários

Sauna com piscina

Sensação de calor e frio, conhecido como choque térmico, relaxa e combate o estresse Por Rúbia Evangelinellis Em tempos em que as pessoas buscam terapias naturais de combate o estresse e a tensão, a milenar sauna cai como uma luva na rotina da vida moderna. É apreciada como banho de calor com capacidade de proporcionar o relaxamento e pelos benefícios terapêuticos, como de estímulo à circulação sanguínea, limpeza da pele e eliminação de toxinas. Encontradas habitualmente em clubes, hotéis, spas e casas de banho, as saunas existem nas versões seca, a vapor, semiúmida e úmida, entre outras. Em média, o tempo indicado de cada sessão varia de 10 a 15 minutos e pode ser aromatizada com ervas medicinais, como eucalipto, manjericão e capim santo. Embora proporcionem bem-estar físico e mental, principalmente quando combinadas ao banho de piscina ou a uma ducha fria, provocando o chamado choque térmico (vasodilatação e vasoconstrição periférica), recomenda-se que pessoas com problemas de pressão baixa, cardíacos e respiratórios tenham cautela no uso da sauna ou busquem orientação médica. Cuidados–Maria Alenita de Oliveira, coordenadora da Comissão Científica da Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, considera fundamental que os usuários observem primeiramente a limpeza do ambiente. “Sabemos que o mofo pode desencadear doenças inalatórias, como pneumonite de hipersensibilidade, provocada por fungos, por isso é importante avaliar as condições do local. ” Para quem tem problemas respiratórios (ou predisposição para tal), a médica recomenda ainda que evitem ambientes secos com umidade abaixo de 20%. Em relação à sauna combinada com a piscina fria, a pneumologista entende que pode desencadear uma crise de asma em quem tem antecedentes. “O ideal é aguardar alguns minutos, ao sair de um ambiente de calor extremo, até o equilíbrio da temperatura do corpo. Outra opção é a piscina aquecida”.   Choque saudável Thiago Grandini Cebollini, diretor de comunicação do tradicional Balneário Maria José, um spa urbano masculino de ambiente familiar e fundado há quase cinco décadas pelo seu avô no bairro do Bom Retiro, centro da cidade de São Paulo, conta que quase a totalidade de seus clientes opta pela sauna associada à piscina. “O choque térmico concretiza a sensação de relaxamento dos músculos. É parte da tradição do ritual da sauna. Os clientes fazem isso principalmente quando chegam, até para aliviar a tensão, e repetem duas vezes ou mais, com intervalo de tempo para a normalização da temperatura do corpo”, explica enfatizando que a recomendação é para que os frequentadores tenham bom senso e respeitem o seu limite, para não prejudicar a saúde. A casa de banho recebe cerca de 1.500 usuários mensalmente e indica a sauna a vapor (Com eucalipto e diversas ervas medicinais, como arruda, erva cidreira, alfavaca e outras) para limpeza dos poros da pele, eliminação de impurezas e toxinas. E ainda para alívio de congestionamento, inflamação, tosse, resfriados e doenças respiratórias. Essa versão mantém a temperatura média de 50 °C e umidade ao redor de 95%. Já a seca tem temperatura aproximada de 70 °C e umidade de 10%, é aquecida pela irradiação de calor de uma serpentina de cobre (alimentada por duas caldeiras a lenha) e indicada para relaxamento, reumatismo, dor ciática, artrite, nevralgias e gota. A terceira opção é a Finlandesa (temperatura de 55 °C e umidade de 50%), onde o calor é obtido...

leia mais