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Piscina Segura

Postado em 24 de maio de 2018 | 0 comentários

Piscina Segura

Além de tranquilidade, cercas, alarmes e outros dispositivos tornam a recreação mais segura Por Mauro Boimel Não há nada mais gostoso do que curtir uma piscina ao lado de nossos filhos e bichinhos, não é mesmo? Só que para tornar essa experiência ainda mais agradável, com mo­mentos descontraídos inesquecíveis e em ótimas companhias, é imprescindível um ambiente seguro. Dispositivos de segurança para piscinas, como cercas, escadas, ram­pas de acesso e alarmes tornam nosso lazer e convívio com amigos e familiares ainda mais gostoso. Um exemplo disso, um dos itens mais utilizados para as piscinas, são as cercas. “Elas são uma barrei­ra física facilmente monitorada pelos responsáveis, com pouco mais de 1 metro de altura. As travas en­tre os módulos não podem ser abertas por crianças, nem mesmo pelos animais mais ágeis, devido à força e aos complexos movimentos necessários, no caso do homem, claro, com as duas mãos. Os ‘baixi­nhos’, que devem estar sempre sob supervisão, não conseguem subir na cerca por falta de apoio, nem podem passar por baixo da tela”, afirma Eduardo Macedo, gerente de vendas da Guartecs. “De acordo com as normas internacio­nais, as cercas, quando isolam e protegem uma piscina, devem ter mais de 1 metro de altura e possuir portão com fechamento e travamento automático. Com essa medi­da, mesmo que as pessoas esqueçam de acionar o portão, ele se fechará automati­camente impedindo o livre acesso de crian­ças e animais ao tanque”, afirma Augusto César Melvino Araújo, diretor comercial da Sodramar. “A capa de segurança também é uma medida eficaz. Sempre é bom lembrar que existem capas térmicas, que não são de segurança e servem apenas para evitar a perda de calor da piscina e proteger de su­jeiras, folhas e insetos que muitas vezes são trazidos pelo vento e caem na piscina. As capas de segurança geralmente são produ­zidas em material laminado em PVC, com reforço em poliéster, e devem ser fixadas na borda com pinos e cordas. O fabricante deve informar qual o peso máximo suporta­do e orientar o usuário quanto a sua coloca­ção e remoção”, ensina Augusto.  “A cerca removível, além de ser um produto re­comendado por especialistas, é totalmente móvel/ desmontável. Sua retirada, embora simples, só pode ser realizada por um adulto, e não requer utilização de ferramentas. Crianças não conseguem abrir, pois existem mosquetões (travas de segurança). Além disso, como nas cercas fixas, elas também não atra­palham a visibilidade, e são ajustáveis às irregulari­dades do formato da piscina e do piso em volta. E, o que é melhor, a instalação é rápida, e feita em pou­cas horas”, afirma Eduardo. “São produtos que pos­suem diferenciais determinantes, que impactam diretamente na segurança, estética e funcionalida­de da piscina”, declara ele, completando. “As travas de segurança são muito seguras, e bem fácil para qualquer adulto manusear, ou seja, abrir e fechar. Elas têm um fecho geralmente de inox e alça ergo­nômica”, diz. Eduardo faz um alerta importante: “se não forem usadas peças adequadas, como ganchos simples de ferro zincado, os mesmos podem ser abertos por crianças ou mesmo enferrujar. Com o tempo, isso pode resultar em possíveis acidentes”. Segundo os testes realizados, os produtos suportam um impacto equivalente a um corpo de 40 quilos, a velocidade de 15 km por hora. Ou seja, eles atendem perfeitamente às exigências de segurança tanto de crianças, como também...

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Sauna em casa

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Sauna em casa

Invenção finlandesa sempre esteve associada à busca da saúde Criada pelos povos nômades que ocuparam a região que hoje é a Finlândia, país nórdico europeu, a sauna existe há mais de nove mil anos. O tipo mais comum era a ‘sauna de fumaça’, uma construção feita ao pé de um morro. Os nômades finlandeses acreditavam que nesse local era possível purificar o corpo e o espírito, por isso também promoviam ali rituais curandeiros, partos e cerimônias religiosas. A sauna finlandesa deu origem à ‘sauna seca’, como é conhecida hoje. A ‘sauna úmida’, ou ‘sauna a vapor’, apareceu anos mais tarde, na Grécia antiga. Mas foram os turcos que ficaram famosos por aperfeiçoarem a técnica com o chamado ‘banho turco’. Esse banho era feito em caldeirões de bronze cheios d’água, em grandes salões de mármore com o teto côncavo para melhor circulação do vapor. Para todos esses povos – finlandeses, turcos e gregos –, a sauna tinha poderes curativos. Eles acreditavam que a alta temperatura possibilitava a cura de qualquer doença, principalmente a purificação das vias respiratórias. Até os dias de hoje, essas técnicas são utilizadas para a busca da cura da mente e do corpo. Alguns especialistas advertem, porém, que as pessoas com problemas cardíacos devem evitar a sauna porque o calor favorece a aceleração dos batimentos do coração e pode fazer a pressão arterial subir. Uma das práticas comuns para quem aproveita os banhos termais é o choque térmico. O calor da sauna é alternado com um banho gelado numa piscina ou lago. Em alguns lugares, esse costume é até obrigatório, por se acreditar que o choque térmico ajuda a prevenir doenças e beneficia o sistema circulatório. Dicas para construção Quem planeja instalar uma sauna em casa deve escolher o tipo: seca ou a vapor. As saunas a vapor aquecem água e liberam o vapor para o ambiente. As saunas secas utilizam um tipo de forno para aquecer as pedras dolomitas – um mineral de carbonato de cálcio e magnésio – e fazer circular o calor no ambiente. Escolhido o modelo, é hora de investir no local. Observe o espaço em que será construída a sauna e sempre procure ajuda de um profissional habilitado para a prestação do serviço. Para maior conforto, estudos mostram que esse ambiente deverá considerar um espaço de pelo menos 1 m² por pessoa e 2,2 m de altura no teto. Importante lembrar que o teto deverá ter uma inclinação de 10%, essencial para que o vapor possa escorrer em vez de pingar nos usuários. Portanto, considerando que quatro pessoas utilizarão o espaço, serão 4 m²; se oito pessoas utilizarão, a área deverá ser de 8 m² e assim sucessivamente. Esse cálculo é de extrema importância para definir a metragem cúbica do ambiente, que servirá para dimensionar o aparelho conforme a potência necessária. Passo a passo: sauna a vapor A altura do teto, conforme dito anteriormente, deve ser de 2,2 m, com inclinação de 10%. É importante deixar o teto liso, sem aplicação de azulejo, para facilitar o escoamento das gotas de água. Para melhor acabamento, é indicado fazer a pintura com tinta epóxi ou acrílica. Devem ser construídos, também, de dois a três bancos, para que o usuário possa escolher a temperatura mais agradável. A temperatura é maior na parte de cima do...

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Lutas marciais na piscina: um chute no estresse!

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Lutas marciais na piscina: um chute no estresse!

Redução das calorias, enrijecimento muscular, melhor coordenação motora e equilíbrio para físico e mente são os benefícios das atividades na água. Por Mauro Boimel Além de fazer com que a gente re­laxe no calor ou mesmo do estres­se, as piscinas têm um grande valor em uma situação que está ganhando cada vez mais adeptos no Brasil: as lutas marciais na água. O pioneiro desta iniciativa no país foi o professor Fernando Lion, na década de 80. “Comecei com as aulas para poder ter uma evolução nas ati­vidades marciais, as quais sou professor de Muay Thai, Wushu, Sanda e Shuai Jiao (Kung fu moderno e suas vertentes, formas e lutas), além de Kickboxing e Kombato (de­fesa pessoal) ”, conta ele. “E essas evoluções foram muito eficazes para cada tipo de obje­tivo nas artes marciais, pois o risco de lesões é zero e, mais ainda, favorece as técnicas de golpes que, fora da água seriam muito mais complicados de realizar e com maior tem­po de treino. Como costumo dizer, o único ‘adversário’ é a água, onde seus limites a cada aula são superados”, explica. Segundo Fernando, os benefícios destas atividades na piscina são: redução das calorias, enri­jecimento muscular, melhor coordenação motora e equilíbrio completo para o físico e a mente. Diversas academias e clubes no Brasil praticam estas atividades atualmente, e o país já conta com mais de mil adeptos. “Cada um tem seu tipo de treino, pois no sis­tema que criei, onde há Wushu, Muay Thai e Tai Chi só existe no Rio de Janeiro, onde realizo curso sobre o Agualionfighting para professores”. Fernando é professor no Tiju­ca Tênis Clube desde 1999 e também dá au­las na academia Evidence.  A gerente nacional de Acqua e Kids do Gru­po Bodytech, Paula Toyansk, também destaca as vantagens de se praticar estas atividades na piscina. “Elas melhoram as capacidades físi­cas, como coordenação motora, agilidade e equilíbrio; facilitam a aprendizagem das téc­nicas de lutas, tonificam a musculatura em geral, aumentam a resistência cardiorrespira­tória, auxiliam no emagrecimento, melhoram a mobilidade articular e diminuem o estresse e a ansiedade”, enumera Paula. “Em geral, es­sas atividades são indicadas para adultos de todas as faixas etárias, com diferentes níveis de condicionamento físico, bem como pes­soas que exigem um cuidado a mais, como os idosos. Para iniciar a prática na água, não é ne­cessário já saber as técnicas de lutas; o profes­sor ensinará os principais gestos e adaptará a intensidade dos movimentos para cada aluno conforme suas necessidades”, completa ela. Fernando afirma que tudo começou no clube Marapendi na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, onde, no início, só ti­nha as aulas no verão e, posteriormente, com o aumento da procura, foi preciso ter mais aulas durante o ano todo. De acordo com o professor, a altura da água da piscina varia de acordo com quem pratica os exercícios: para os adultos, o ideal é com a água até o peito. Caso tenha crianças (o indicado é a partir dos 8 anos), deve-se praticar em uma área mais rasa da piscina, por segurança. “Não há um período do dia melhor para a sua prática: se for uma piscina ao ar livre, realizar com tempo bom. Ao contrário, em local fechado, o ideal é uma piscina aquecida para maior queima de calorias e podendo fazer em tem­peratura...

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Um brinde na Piscina!

Postado em 17 de maio de 2018 | 0 comentários

Um brinde na Piscina!

Por Kesher Agência de Conteúdo Imagine a cena: o sol iluminando a água cristalina, muito calor, amigos e alegria! Para completar o cenário, nada melhor do que continuar desfrutando do am­biente sem sair da piscina, com um belo bar para oferecer a todos deliciosos petiscos e as mais variadas bebidas para se refrescar. O bar da piscina é o lugar para conhecer novas pes­soas e curtir com velhos amigos. Seja nas residências, clubes ou hotéis, o também chamado bar molhado é um grande atrativo e pode ser o destaque no ambiente decorado, com a atmosfera informal e diver­tida da área de lazer. Para construí-lo, não é necessário muito espaço, mas um bom plane­jamento com a ajuda de uma empresa espe­cializada. Isso pode fazer toda a diferença! “O bar para a piscina é um projeto aparen­temente simples. Consiste em um espaço ao lado da piscina, em que o chão do bar molha­do fica no mesmo nível do chão da piscina. O bar pode ter pia, geladeira, churrasqueira, cobertura de laje, telhado ou sapê. Na parte interna da piscina, normalmente coloca-se bancos de aço inox, próprios para resistirem à ação da água clorada, sem oxidar. Quando for construir uma piscina, é sempre recomendá­vel procurar um especialista em construção da mesma, há muitos engenheiros e arquite­tos com ampla experiência nesta área”, expli­ca o engenheiro civil Marcelo Soares da Spar­ta, empresa especializada em construção de piscinas e bares molhados. Não importa qual é o estilo do local, clás­sico, neoclássico, moderno, rústico, praiano, contemporâneo, o bar pode acompanhar esse estilo trazendo elementos de iluminação, aca­bamento, revestimentos que ajudam a com­pletar a beleza do projeto. “O arquiteto, enge­nheiro ou designer tem uma liberdade muito ampla no momento de desenvolver os proje­tos”, afirma Marcelo. “A ideia dos bares está muito ligada ao conforto e beleza que eles oferecem em resorts consagrados. Por isso, os clientes querem levar para suas casas este en­canto e conforto”, destaca o arquiteto de be­líssimas residências, Aquiles Nicolas Kilaris. Sem dúvida, o desejo de ter um bar ins­talado na piscina é agregar ainda mais di­versão e comodidade ao lazer no local. “As piscinas contemporâneas não são proje­tadas apenas para banhos. Nelas, são co­locados mais elementos funcionais e que também contribuem com a beleza do espa­ço como um todo. Entre esses elementos podemos destacar, spa, pontes, prainhas, bares, banquetas, mesinhas de apoio, que­das d’água, raias e áreas de contemplação e descanso”, informa o arquiteto. Se este espaço é tão pequeno que não com­porta a construção do bar, não é necessário abrir mão da ideia. Uma bela área gourmet pode ser decorada com móveis para a área externa e elementos que remetem ao estilo arquitetônico da casa. “Como nem sempre a área para sua construção é grande, optamos por colocar banquetas e mesas de apoio den­tro da piscina. E a área de preparo de drinques e petiscos fica localizada no espaço gourmet, que, em nossos projetos, é integrada com a piscina”, afirma Aquiles. Uma consideração muito importante no momento de desenvolver o projeto de cons­trução do bar é levar em conta o seu posici­ção em relação ao sombreamento. Afinal, o objetivo é servir e, ao mesmo tempo, ter um espaço de integração com aqueles que estão se divertindo dentro da piscina. Deve ser um local aconchegante e com bancos confortáveis. “Tanto para os bares...

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REVESTIMENTOS

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REVESTIMENTOS

Externos e internos: Fundamentais e importantes Modelos especiais conferem charme único para as piscinas Por Mauro Boimel Considerados como parte funda­mental e importante de uma pis­cina, os revestimentos internos e externos garantem não só a hi­giene, como também a deixam mais bonita, chamativa e atraente para os seus usuários. Há muitas opções de materiais disponíveis para revestir piscinas, que variam do tradi­cional azulejo, às pastilhas de vidro ou cerâ­micas e o vinil. Alguns modelos especiais conferem um charme único a elas. Os diferentes tipos de revestimentos e acessórios para piscinas podem ser definidos de acordo com a escolha do cliente. Indicadas para as paredes e piso das piscinas, as pastilhas, por exem­plo, podem ser feitas de vidro, cerâmica ou pedra. Além de oferecer um bom acabamento, o produto evita a fixação de sujeiras nas laterais da piscina e, por isso, impede o aparecimento de fungos. Outros integrantes importantes são as canaletas para pisci­na, colocadas no piso externo, próximas à borda, para escoar a água que transborda do local. Já os azulejos podem ser instalados nas paredes e piso como as pastilhas e são encontrados em estampas lisas e decoradas. Se há o desejo de um toque di­ferenciado é interessante instalar nas paredes la­terais, as faixas para piscina, formando desenhos que remetem ao mar, como peixes e ondas. O vinil é um dos produtos mais usados para este fim. “Nele, não existe diferença de revestimen­to para aplicações internas ou externas”, diz Amau­ri Rosa, gerente comercial e consultor técnico da linha Cipavinil, da Cipatex. “Podemos considerar que o vinil se divide em três classificações de apli­cações: 0,60mm para piscinas residenciais sem aquecimento; 0,80mm para piscinas residenciais com aquecimento e 0,80mm tramado, para pisci­nas de uso coletivo e profissional”, explica. Segun­do Amauri, a composição química da água não interfere na escolha do material que vai revestir a piscina. “Na verdade, essa formação pode influen­ciar na manutenção da piscina em geral (água, equi­pamento básico e periféricos). Por exemplo, a água com dureza alta pode provocar incrustações nas tubulações; água com elevado teor de ferro pode precipitar partículas oxidantes que mancham o revestimento, etc.”, afirma. Ele ressalta que, possí­veis danos podem ocorrer independentemente do tipo de revestimento e, para que a água permaneça saudável para uso (banho), é imprescindível manter os índices de PH e alcalinidade dentro dos padrões recomendados. “O vinil, por exemplo, é de fácil manutenção. Tem superfície mais lisa, evita proli­feração de algas, sujeira, fungos e bactérias. Outra vantagem é sua limpeza de forma simples, feita com menor frequência. Sempre que realizar algum tratamento com cloro, utilize o produto diluído e dentro dos limites. É importante também observar o rótulo dos produtos, para saber se eles podem ou não serem usados na piscina de vinil”. Sobre como podemos evitar possíveis vazamentos em nossas piscinas, ele conta que o mesmo pode ter origem em diversas partes. “Se o problema ocorrer no re­vestimento, o vinil se molda facilmente e garante a estanqueidade, ou seja, não deixa sair, nem entrar líquido, além de absorver esforços causados pelas frequentes movimentações do solo”, diz. Para Donizete Rossini, diretor comercial da Ar­tvinil Piscinas, o revestimento de vinil ganhou res­peito e credibilidade perante os profissionais da construção civil, na década de 1980, quando este conceito de revestimento começou a ser divulga­do em nosso cenário. “Como toda novidade gera...

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O que fazer após a chuva?

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O que fazer após a chuva?

Especialistas recomendam tratamento preventivo e, passada a tempestade, a avaliação imediata da água e a limpeza. Elas chegam forte, muitas acompanhadas de ventos fortes e capazes de arrastar, em segundos, todo tipo de sujeira para dentro das piscinas, como insetos, folhas e terra. São as chuvas de verão, que podem contaminar a água, deixá-la turva ou verde (em razão da concentração de algas, cianobactérias que surgem quando não há o cloro residual livre para fazer a proteção) e colocar em risco a segurança dos banhistas. Como não há condição de controlar as intempéries da natureza, especialistas consideram fundamental a avaliação e a limpeza da piscina assim que a chuva passar. Isso porque a tempestade pode alterar os parâmetros considerados ideais da água – de alcalinidade entre 80 e 120 ppm (partícula por milhão) e pH entre 7 e 7,6 – e provocar uma rápida eliminação do cloro residual livre. Junior Galinari, gerente de marketing e vendas da Hidroall do Brasil, explica que a poluição gerada pela queima de combustível dos automóveis e das indústrias nas grandes cidades provoca a chuva ácida (de pH entre 2 e 5ppm), reduzindo o pH da piscina rapidamente. E como a precipitação da chuva ocorre normalmente no fim de tarde, quando a piscina já foi bastante utilizada e está com grande carga de matéria orgânica, além do pH reduzido, é “muito comum” que a água fique verde, avalia. “É preciso considerar que a chuva também arrasta fuligem e algas que estão em suspensão, alterando não só os parâmetros, mas também o aspecto físico da água”, observa. O especialista recomenda, como medida preventiva, para antes e depois da tempestade, além da análise da água, a aplicação de algicida de manutenção (e assim evitar o desenvolvimento de algas. E após o uso intenso da piscina ou quando a água estiver oleosa, o uso do oxidante e do clarificante, este último semanalmente, para manter a água cristalina. Nos casos em que a água fica verde, Galinari indica o algicida de choque e o clarificante, e ainda a escovação das paredes e do fundo da piscina. E, após a decantação, a aspiração. “Se a água estiver turva, utilize o oxidante, que eliminará a matéria orgânica e a gordura deixada ali pelo uso de protetor solar”, destaca ao acrescentar que, depois das respectivas correções, é preciso realizar a cloração da água e manter o residual entre 1 e 3ppm, garantindo a desinfecção e segurança dos banhistas. Ricardo Crepaldi, membro das comissões de meio ambiente e de ensino superior do Conselho Regional de Química – IV Região, alerta para a necessidade de manter tratamento sistemático e preventivo da piscina, bem como mantê-la coberta (com lona e não deixar a formação de barriga, para não formar poças) quando não será usada por longo período, para evitar que caia sujeira, material orgânico e que venha se tornar também um foco do aedes aegypti. “Quem usa o aquecimento solar na piscina precisa ficar mais atento se a água está protegida, uma vez que o calor consome mais cloro”. O especialista ressalta a importância de adotar esses cuidados que protegem também a vizinhança. Crepaldi destaca que as piscinas de uso coletivo precisam ter um profissional responsável, com CRQ, para acompanhar o tratamento da água. Fonte: Revista Anapp Edição...

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CLORO, O PROTETOR DA PISCINA

Postado em 10 de maio de 2018 | 0 comentários

CLORO, O PROTETOR DA PISCINA

Produto deve ser usado em todos os tratamentos de água e combate bactérias e o mosquito aedes aegypti Por Rúbia Evangelinellis Sol, calor e uma piscina para se refrescar. É um cenário ideal de um dia de lazer ou de algumas horas para relaxar. Mas para manter o ambiente perfeito é importante redobrar os cuidados com o tratamento da água para evitar riscos de contaminação e de contrair doenças ou então o surgimento de possíveis focos do aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e da chikungunya. A correta e melhor estratégia para proteger a água chama-se “cloro residual livre”, que deve estar presente em todos os sistemas disponíveis para tratamento de água da piscina, mesmo os alternativos – à base de ozônio, luz ultravioleta e de ionização. “É o cloro residual que protege a água contra a urina, secreção, excreções, suor, ou seja, que combate a matéria orgânica do corpo humano, capaz de ocasionar contaminação e desencadear diversas doenças, como hepatite e virose. Não há como retirar totalmente o cloro do tratamento da água”, explica Rodrigo Sbízero, vice-presidente da ANAPP. No Estado de São Paulo, a portaria 13.166 da Vigilância Sanitária, determina que as piscinas de uso coletivo, instaladas em clubes, clínicas, academias e colégios mantenham o residual do cloro livre para o tratamento. A dosagem necessária é de 0,5 ppm (parte por milhão) quando utilizados sistemas alternativos. No caso de usar somente o cloro, pede-se de 2 a 3 ppm, uma vez que o produto cumpre as duas funções: tratar e proteger a água. Vale destacar ainda que o procedimento feito com sal já conta com o cloro. Cloramina, efeito colateral: Mas ao deflagrar a ação protetora contra os agentes contaminantes que possam estar presentes na água, o cloro libera a cloramina, substância que provoca o cheiro forte do produto na água e no corpo, além de ressecar a pele e o cabelo, o qual pode ainda ficar esverdeado. Este mesmo subproduto agrava os problemas alérgicos e respiratórios, como rinite, asma e sinusite. Daí a importância de se manter a água sempre limpa. “A cloramina é o efeito colateral da ação do cloro devido à presença de impurezas na água. Tóxica, agride a mucosa e provoca reação alérgica nas vias aéreas”, diz Sbízero considerando que o ozônio é o único capaz de eliminá-la. Outro cuidado para garantir o lazer saudável na área da piscina, especialmente nas residências, onde não há um controle fiscalizador, é estar atento à necessidade de adequar o tratamento à frequência de banhistas. Em outras palavras, quanto mais gente usufruindo do espaço, cachorros e gramas no entorno, haverá necessidade de um cuidado mais intenso. “Em ambientes frequentados por um número maior de pessoas, a possibilidade de contaminação certamente é maior. E cabe ao consumidor final, o proprietário da piscina, ficar atento para não deixar a piscina desprotegida, em razão da volatização do cloro (evaporação da água com cloro)”, explica. Na sua opinião, o maior foco de contaminação são as piscinas residenciais: “Quantas vezes as pessoas, após usarem a piscina, ficam com virose, doentes e acham que foi alguma coisa que comeram?” Os efeitos do sol e a temperatura na água também devem ser considerados na observação da necessidade de proteção da piscina, uma vez que aceleram a volatização do cloro. Por exemplo, uma piscina...

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WAPSA – ALIANÇA MUNDIAL DE ASSOCIAÇÕES DE PISCINAS

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WAPSA – ALIANÇA MUNDIAL DE ASSOCIAÇÕES DE PISCINAS

ANAPP é uma das proponentes da iniciativa que vai padronizar dados, procedimentos normativos, capacitação e atendimento Durante o seminário Pool Summit, uma das atividades da feira Piscine Global, realizada em novembro de 2016, em Lion, na França, o superintendente da ANAPP, Marcelo Mesquita, lançou as seguintes questões ao público: Quantas piscinas existem no Brasil? Os brasileiros ocupam a segunda posição no ranking mundial? As duas perguntas geram dúvidas até hoje, não apenas em nosso País. A ANAPP apresentou, então, aos participantes do evento proposta de parceria com a Google, por meio da empresa brasileira Geoambiente. O objetivo do projeto é estudar e confirmar dados do mercado de piscina, com a utilização de ferramenta de georreferenciamento e metodologia adequada para a tabulação e atualização dos dados do segmento no Brasil. Ainda durante o evento Piscine Global, o superintendente da ANAPP trocou informações com Chris Hayes, da Federação Britânica de Piscinas (BSPF), Richard Gottwald, da Associação Norte-americana dos Profissionais de Piscinas e SPAs (APSP), e DieterRangon, da Federação Alemã de Piscinas e Wellness (BSW). Nascia a ideia de criar uma Aliança Mundial para padronizar informações, procedimentos e estatísticas das associações setoriais nos diversos países. Foram realizadas ao longo de 2017 reuniões preparatórias, por meio de videoconferência com representantes das quatro associações, tendo como meta promover o 1° Encontro de Associações. O evento se aconteceu na Alemanha, em Colônia, na feira Aquanale, nos dias 8 e 9 de outubro, quando 16 associações institucionalizaram a Aliança Mundial. Os participantes da aliança concordaram em compilar dados disponíveis sobre mercado, capacitação de pessoas e de segurança, bem como explorar questões comuns compartilhadas pela indústria em todo o mundo. Estiveram presentes no “kick-off” representantes da Austrália, Alemanha, França, Grécia, Itália, Canadá, México, Áustria, Portugal, Romênia, Suécia, Suíça, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. Devido às eleições para renovar a diretoria da ANAPP, o Brasil não compareceu no evento. Interesse comum e mercados: Batizado de WAPSA – World Alliance of Pool and Spa Associations, o grupo identificou no encontro três áreas de interesse comum das indústrias, independentemente do país de origem: estatísticas e dados de atividade do mercado; capacitação de profissionais; e segurança, considerando definição de padrões e de relacionamento com os consumidores. De acordo com Chris Hayes, um dos representantes de 16 países reunidos na feira de Colônia e também organizador do encontro da WAPSA, “os representantes concordaram em formar um grupo de trabalho informal, inicialmente destinado a consolidar dados e estatísticas de todas as associações envolvidas. O grupo também está aberto a identificar melhores práticas em ações de capacitação e troca conceitos de desenvolvimento e questões relacionadas à segurança.” Richard Gottwald destacou a importância da padronização: “Nossos fabricantes estão vendendo mais no mercado mundial e precisam entender o que acontece em relação aos padrões e melhores práticas. Queremos garantir que os padrões adotados na Europa sejam iguais ou quase iguais aos dos Estados Unidos, de modo que os fabricantes não tenham mais de fazer produtos específicos para entrar em diferentes mercados”. Anfitrião da reunião em Aquanale e apoiador da iniciativa, Dieter Rangon disse que essa estrutura comum pode, por um lado, ajudar o setor a melhorar sua comunicação com políticos e governos. E, por outro, dar um impulso para novas atividades de marketing. “Trata-se de uma missão conjunta: promover e proteger os interesses da...

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HIDROAZUL: 30 ANOS DE SUCESSO

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HIDROAZUL: 30 ANOS DE SUCESSO

Empresa de Minas Gerais apresenta linha de cloros para o lazer seguro e econômico Presente na vida de milhares de brasileiros há três décadas, a Hidroazul é uma organização inovadora e sólida. Construiu passo a passo uma história de credibilidade, com produtos de qualidade e compromissos com os clientes. Tem entre os desafios orientá-los permanentemente sobre a importância da qualidade da água utilizada para o banho de piscina. Afinal, ter um equipamento com água bonita não significa que seja saudável. É preciso tratá-lo de forma adequada. Com sede em Cataguases, na Zona da Mata Mineira, a Hidroazul sabe como ninguém garantir momentos de lazer seguros e saudáveis aos banhistas e esportistas. Conta com moderno laboratório de pesquisa e oferece uma completa linha de cloros para tratamento de águas de piscinas residenciais, parques aquáticos, academias e escolas de natação, hotéis e resorts. Os gestores apresentam aos clientes soluções rápidas e práticas, com economia e segurança. Os produtos são regularizados perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estampam informações completas e fidedignas, com classificação fiscal em consonância com a legislação tributária. Sulfato de Alumínio e Hipoclorito de Cálcio foram os primeiros produtos lançados com o foco no tratamento químico de água de piscinas. Hoje, são mais de 60 produtos que asseguram praticidade no tratamento, com ótimo resultados aos consumidores, pois reduzem o tempo de aplicação e mantêm a água em condições perfeitas para o uso. Esses produtos chegam a mais de 2.200 pontos de venda no País, como lojas especializadas, pet shops e de materiais de construção. Compromissos: Para conhecer a história da Hidroazul, é preciso voltar a 1988, quando começa sua trajetória sob a direção da presidente Simone Barbosa. Ela é filha de Simão José Silva, fundador da Indústria Química Cataguases, atual Grupo Bauminas, que, após 60 anos de atividades de atividades industriais e de mineração, adquiriu grande destaque no setor de saneamento industrial. A Hidroazul faz parte do Bauminas, que gera mais de 900 postos de trabalho e trata água beneficiando 100 milhões de brasileiros. Ao longo desses 30 anos, a empresa do grupo acompanhou as preocupações do mundo com o meio ambiente e de investir em pessoas. Responsabilidade socioambiental: A Hidroazul assegura que cuidar do futuro do planeta está no seu DNA. É signatária do Pacto Global das Nações Unidas (ONU) e filiada ao Instituto Ethos, sendo uma das únicas empresas do segmento a aderir a um ambicioso programa de logística reversa. A empresa participa do programa “Descarte Limpo”, que em dois anos já promoveu o recolhimento de mais de 20.000 toneladas de embalagens plásticas pós-consumo, proporcionando benefícios ambientais e também a melhora das condições de trabalho e renda de cooperativas de catadores e recicladores. Outra iniciativa importante, em 2017, promoveu o florestamento de um hectare nas dependências da sua sede, consolidando uma ampla área verde – cerca de 30% do espaço fabril da Hidroazul é reservado à vegetação nativa. Atenção aos colaboradores: A Hidroazul olha também com respeito seus colaboradores, que reconhecem programas em prol deles, com reflexos positivos no público atendido (lojistas, piscineiros, consumidores e fornecedores). Ela mantém um programa de bolsa de estudos e capacitação, além de oferecer convênios com instituições de ensino e de incentivar atividades físicas. No ano passado, em espaço próprio, montou uma estrutura completa para a realização de exercícios,...

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Natação para bebês: o que saber antes de levar filho para o mergulho

Postado em 3 de maio de 2018 | 0 comentários

Natação para bebês: o que saber antes de levar filho para o mergulho

A natação é uma das atividades mais recomendadas para bebês por dez entre dez especialistas O pequeno Bernardo não tem nem dois anos de idade e adora mergulhar. Na piscina, parece em casa, “Ele começou a fazer as aulas aos sete meses e gostou de cara!”, diz a mãe do menino, a administradora Mannuella Ferreira, 33 anos. A natação é uma das atividades mais recomendadas para bebês por dez entre dez especialistas. Mas muitos pais ficam inseguros na hora de jogar a criança na água, com medo de infecções e alergias. A pediatra Bruna Lopes vê muitas vantagens nessa atividade. “Com bebês pequenos, é trabalhada de forma lúdica, com baixo impacto nas articulações. Mas é um exercício, tem gasto calórico, o que ajuda a criança que está acima do peso. Sem falar que ela já vai se acostumando com a água, aprendendo a se comportar nesse ambiente”, cita. Para bebês que sofrem de problemas respiratórios, como asma, bronquite, a natação é ainda mais indicada. “É uma atividade que ajuda a fortalecer a musculatura pulmonar. Crianças asmáticas, por exemplo, conseguem suportar melhor as crises. As que não têm problemas respiratórios também se beneficiam. Quando elas ficam gripadas ou com bronquite, pneumonia, conseguem expectorar a secreção mais facilmente, passam pelo momento da crise melhore”, diz a fisioterapeuta respiratória pediátrica Tatiana Rodrigues Souza. A natação traz ganhos para o desenvolvimento do bebê, sendo indicada a partir dos seis meses de vida. “Ela desenvolve as habilidades psicomotoras, o equilíbrio, a agilidade, a autoconfiança, a memória, a imaginação”, enumera a professora Fernanda Arruda de Oliveira. Segundo ela, ao contrário do que muitos pensam, o contato precoce não vai deixar a criança com medo de água. “Diariamente recebemos crianças com algum tipo de trauma, muitas vezes relacionados a acidentes ocorridos em casa mesmo, clubes e etc…Cabe a nós recebermos essas crianças com carinho, adaptando-a novamente a esse ambiente que é a piscina”, diz Fernanda. Tudo vira uma grande brincadeira. “As aulas para bebês são cantadas. Cada música tem um objetivo, como estimular a respiração, a propulsão de pernas…”, aponta. Mas e nesta época mais fria do ano, será que a natação pode fazer mal? “É bom colocar na balança, porque são muitos benefícios para crianças asmáticas, por exemplo. Mas também é uma época ruim pela quantidade de vírus que circulam, que deixam o bebê doente com mais frequência, convém esperar um pouco mais”, orienta Bruna Lopes. Fonte:...

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